Cap.02 – A Capitã
Tinha que pedir desculpas para o meu pai estava me sentindo muito culpado, fui indo para o salão novamente, e ao entrar o vi sentado, aflito, parecia ter ficado muito triste, mas quando me viu sorriu, e se levantou da cadeira, veio andando na minha direção com um sorriso de orelha a orelha.
- Sieg – ele sorriu mais.
- Desculpe pai, mas é que...
- Não precisa dizer mais nada, você aprendeu com seu erro, admiro isso, já basta – ele me abraçou e retribuí.
- Vamos ajudá-los!
- Que ótimo que decidiu – ele foi voltando para a cadeira e se sentou novamente – vá se preparar, mandarei prepararem tudo para nossa viagem à Kalindor Sieg – ele sorriu.
Saí do salão, e minha amiga Lucca me esperava do lado de fora com Vitta, elas pareciam bem curiosas.
- Que foi hein? – ri baixinho e fui andando na direção do meu quarto.
- O que devemos fazer Sieg?! – Lucca veio me seguindo, seus longos cabelos ruivos brilhavam com a luz do sol que entrava pelas janelas, agora o que sempre me hipnotizava eram seus olhos verdes, pareciam mais duas esmeraldas brilhantes.
- Se meu pai ainda não os avisou, avisará na hora certa – adorava deixar ela curiosa.
- SIEG!
- Que?! – não parei de andar e ela me jogou contra a parede, me assustei.
- É melhor dizer o que vai acontecer, ou sugo toda sua energia vital!
- Não vai conseguir – ri.
- Sieg conta logo – Vitta surgiu perto de nós, suspirei, sempre ela acabava com minha alegria.
- Ceeeerrttoo! Cinco reinos que vivem depois dos limites de nossos oceanos, estão se juntando para nos atacar, primeiro Kalindor, depois nós, e assim por diante, e nós, e acho que todos os outros reinos, vão ainda hoje para Kalindor e preparar nossa defesa.
- Sven ta louco?!?!?!? – Ela gritou.
- Que?!
- Vão apostar tudo só em um reino é?! Ai se eles vierem dez vezes mais fortes vamos perder não só o exercito de um reino, mas sim o de todos os quatro! – ela era muito boa em formar estratégias, mas como iriam se quer derrotar um reino só, com os quatro Encantus mais fortes do mundo?! Acho que não hein.
- Lucca calma, Temos não só o maior exercito do mundo, mas também os quatro Encantus mais fortes, como acha que vão conseguir passar por um sem destruir um exercito de um desses reinos inteiro?! – Vitta tirou as palavras da minha boca – acho que alguns vão ficar, claro, pode haver ataques surpresa enquanto estamos lá, porque eles sabem que vamos todos estar em Kalindor e com isso, aqui estará desprotegido.
- É por isso, que ainda não lhe comuniquei Capitã Lucca – meu pai surgiu do nada, mas do nada mesmo, não sei como ele consegue fazer isso.
- Quantas vezes já avisei pra não chegar de poita assim pai?! – suspirei – depois acontece de novo o que aconteceu da outra vez né, ai a culpa não vai ser mais minha.
- O que aconteceu?! – Lucca me fitou.
- Nada não – meu pai ficou sem jeito – mas voltando ao assunto, você ficará com as tropas reservas aqui em Isior Lucca, Você ficará no comando – ele logo sorriu, e sabia que ela ia fica muito feliz com aquilo.
- Não acredito – mas não foi o que nós esperávamos.
- O que?! Achei que ia fica feliz Lucca – meu pai não entendeu nada.
- Não vou pra guerra?! – ela se enfureceu.
- Não – meu pai sorriu inocentemente.
- Mas eu quero ir – ela fez carinha de choro.
- Querer nem sempre é poder minha cara – ele saiu rindo bem alto e foi embora.
- Ele é sempre mal assim... Ou é só comigo mesmo? – Lucca me fitou triste e eu a abracei.
- Fará o papel mais crucial do que o meu Lucca, irá proteger todo o povo de Isior! Veja que responsabilidade – sorri, mas aquilo não pareceu animá-la.
- Ficará comigo aqui – Jimmy apareceu, era um garoto de 18 anos, com um cabelo castanho curto e olhos esverdeados, ele era o companheiro inseparável de Lucca, para todo canto que ele ia, ela estava – e será minha chefa, olha que legal – ele tentou animá-la, mas acho que não adiantou muito.
- Bom, vou indo arrumar minhas coisas, a nave ficará pronta em duas horas, tenho que me apressar – sorri e fui indo para o meu quarto, mas vi uma serviçal correndo em minha direção, logo ela parou na minha frente, ofegante – vocês não sabem andar não?! Não sabem se acalmar mais não?! Uma hoje de manhã veio louca no meu quarto dizendo quase que era caso de vida ou morte, tava vendo a hora ela arrombar a porta enquanto eu calmamente me levantava da cama e ia abrir a porta! CALMA MULHER!
- Desculpe senhor – ela corou – só vim lhe avisar que já providenciei seus pertences, já arrumei tudo e os coloquei dentro de seu quarto na nave que irá viajar.
- O mais legal é isso... E tu vai lá e arruma as minhas coisas [ ¬¬”] Deixa né... – suspirei.
- Senhor perdão, seu pai que mandou, eu estava sem fazer nada mesmo, arrumei já – ela sorriu, não podia a culpar.
- Obrigada – sorri, e quando ela viu o meu sorriso, chega seus olhos brilharam – e o interessante é que não fazem nem 10 minutos que eu realmente disse que ia pra Kalindor, como arrumou isso rápido desse jeito?
- Fui contratada para isso, serviço rápido e eficiente senhor – ela não tirava o sorriso da cara.
- Já disse se acalme, povo louco, eu hein – deixei as mulheres no corredor e fui realmente procurar algo pra fazer, porque sempre que tenho algo “normal” pra fazer, sempre tem uma serviçal pra fazer antes.
Depois de um tempo, soube que a nave já estava pronta, e fui indo para onde ela estava, e fui indo logo pro meu quarto dormir, eram duas horas e meia de viagem, e olha que a nossa nave era a mais rápida que existia, nossos reinos são gigantescos, e por isso, as viagens para os seus centros, eram bem demoradas.
Tinha que pedir desculpas para o meu pai estava me sentindo muito culpado, fui indo para o salão novamente, e ao entrar o vi sentado, aflito, parecia ter ficado muito triste, mas quando me viu sorriu, e se levantou da cadeira, veio andando na minha direção com um sorriso de orelha a orelha.
- Sieg – ele sorriu mais.
- Desculpe pai, mas é que...
- Não precisa dizer mais nada, você aprendeu com seu erro, admiro isso, já basta – ele me abraçou e retribuí.
- Vamos ajudá-los!
- Que ótimo que decidiu – ele foi voltando para a cadeira e se sentou novamente – vá se preparar, mandarei prepararem tudo para nossa viagem à Kalindor Sieg – ele sorriu.
Saí do salão, e minha amiga Lucca me esperava do lado de fora com Vitta, elas pareciam bem curiosas.
- Que foi hein? – ri baixinho e fui andando na direção do meu quarto.
- O que devemos fazer Sieg?! – Lucca veio me seguindo, seus longos cabelos ruivos brilhavam com a luz do sol que entrava pelas janelas, agora o que sempre me hipnotizava eram seus olhos verdes, pareciam mais duas esmeraldas brilhantes.
- Se meu pai ainda não os avisou, avisará na hora certa – adorava deixar ela curiosa.
- SIEG!
- Que?! – não parei de andar e ela me jogou contra a parede, me assustei.
- É melhor dizer o que vai acontecer, ou sugo toda sua energia vital!
- Não vai conseguir – ri.
- Sieg conta logo – Vitta surgiu perto de nós, suspirei, sempre ela acabava com minha alegria.
- Ceeeerrttoo! Cinco reinos que vivem depois dos limites de nossos oceanos, estão se juntando para nos atacar, primeiro Kalindor, depois nós, e assim por diante, e nós, e acho que todos os outros reinos, vão ainda hoje para Kalindor e preparar nossa defesa.
- Sven ta louco?!?!?!? – Ela gritou.
- Que?!
- Vão apostar tudo só em um reino é?! Ai se eles vierem dez vezes mais fortes vamos perder não só o exercito de um reino, mas sim o de todos os quatro! – ela era muito boa em formar estratégias, mas como iriam se quer derrotar um reino só, com os quatro Encantus mais fortes do mundo?! Acho que não hein.
- Lucca calma, Temos não só o maior exercito do mundo, mas também os quatro Encantus mais fortes, como acha que vão conseguir passar por um sem destruir um exercito de um desses reinos inteiro?! – Vitta tirou as palavras da minha boca – acho que alguns vão ficar, claro, pode haver ataques surpresa enquanto estamos lá, porque eles sabem que vamos todos estar em Kalindor e com isso, aqui estará desprotegido.
- É por isso, que ainda não lhe comuniquei Capitã Lucca – meu pai surgiu do nada, mas do nada mesmo, não sei como ele consegue fazer isso.
- Quantas vezes já avisei pra não chegar de poita assim pai?! – suspirei – depois acontece de novo o que aconteceu da outra vez né, ai a culpa não vai ser mais minha.
- O que aconteceu?! – Lucca me fitou.
- Nada não – meu pai ficou sem jeito – mas voltando ao assunto, você ficará com as tropas reservas aqui em Isior Lucca, Você ficará no comando – ele logo sorriu, e sabia que ela ia fica muito feliz com aquilo.
- Não acredito – mas não foi o que nós esperávamos.
- O que?! Achei que ia fica feliz Lucca – meu pai não entendeu nada.
- Não vou pra guerra?! – ela se enfureceu.
- Não – meu pai sorriu inocentemente.
- Mas eu quero ir – ela fez carinha de choro.
- Querer nem sempre é poder minha cara – ele saiu rindo bem alto e foi embora.
- Ele é sempre mal assim... Ou é só comigo mesmo? – Lucca me fitou triste e eu a abracei.
- Fará o papel mais crucial do que o meu Lucca, irá proteger todo o povo de Isior! Veja que responsabilidade – sorri, mas aquilo não pareceu animá-la.
- Ficará comigo aqui – Jimmy apareceu, era um garoto de 18 anos, com um cabelo castanho curto e olhos esverdeados, ele era o companheiro inseparável de Lucca, para todo canto que ele ia, ela estava – e será minha chefa, olha que legal – ele tentou animá-la, mas acho que não adiantou muito.
- Bom, vou indo arrumar minhas coisas, a nave ficará pronta em duas horas, tenho que me apressar – sorri e fui indo para o meu quarto, mas vi uma serviçal correndo em minha direção, logo ela parou na minha frente, ofegante – vocês não sabem andar não?! Não sabem se acalmar mais não?! Uma hoje de manhã veio louca no meu quarto dizendo quase que era caso de vida ou morte, tava vendo a hora ela arrombar a porta enquanto eu calmamente me levantava da cama e ia abrir a porta! CALMA MULHER!
- Desculpe senhor – ela corou – só vim lhe avisar que já providenciei seus pertences, já arrumei tudo e os coloquei dentro de seu quarto na nave que irá viajar.
- O mais legal é isso... E tu vai lá e arruma as minhas coisas [ ¬¬”] Deixa né... – suspirei.
- Senhor perdão, seu pai que mandou, eu estava sem fazer nada mesmo, arrumei já – ela sorriu, não podia a culpar.
- Obrigada – sorri, e quando ela viu o meu sorriso, chega seus olhos brilharam – e o interessante é que não fazem nem 10 minutos que eu realmente disse que ia pra Kalindor, como arrumou isso rápido desse jeito?
- Fui contratada para isso, serviço rápido e eficiente senhor – ela não tirava o sorriso da cara.
- Já disse se acalme, povo louco, eu hein – deixei as mulheres no corredor e fui realmente procurar algo pra fazer, porque sempre que tenho algo “normal” pra fazer, sempre tem uma serviçal pra fazer antes.
Depois de um tempo, soube que a nave já estava pronta, e fui indo para onde ela estava, e fui indo logo pro meu quarto dormir, eram duas horas e meia de viagem, e olha que a nossa nave era a mais rápida que existia, nossos reinos são gigantescos, e por isso, as viagens para os seus centros, eram bem demoradas.
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