sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Watashi to okami? Masaka! [C.20] -S01


            Cap. 20 - Suor e a Procura? Impossível!


Logo a corrida iria começar, me posicionei junto com os outros varios corredores, esperamos um pouco e logo o Juiz deu a largada, corremos com um ritmo só, como o percurso era enorme e longo não corremos muito devagar, mas eu não estava muito longe do primeiro colocado, mas não me deixaria levar, querendo chegar em primeiro logo de inicio, sempre perco fazendo isso.
- Boa Sorte HEY!! - Anke sorriu e acenou para mim, seu sorriso me animou, e lembrei do caminho alternativo que eu tinha feito antes de vir para a corrida.
16 Minutos ja se passaram, e a corrida ja estava meio separada, corredores estavam mais a frente, alguns ao meu lado, e outros tão la traz que ja não os via.
Quando cheguei perto do meu atalho, apressei o meu passo para ninguem ver o meu atalho, entrei em um pequeno beco e peguei o atalho, olhei para traz e vi que ninguem tinha pegado o mesmo caminho que eu. Fui indo pelo caminho sem medo, pois lembrava de todo o caminho para o outro lado da cidade.
O Sol não dava tregua alguma, eu estava morrendo de calor, eu corpo todo suado, que minha blusa chagava a suar no meu corpo, como pelo caminho normal eles estavam dando água para os corredores e no meu caminho não, resolvi para em qualquer restaurant para comprar água.
Depois que comprei saí correndo de dentro do estabelecimento, fui tomando a garrafa de água enquando eu corria, quando terminei a joguei no lixo, não percebi que ja tinha pegue o caminho errado do meu atalho e não fazia a minima ideia de onde eu estava, olhei para todos os lados e resolvi seguir, poderia chegar na via principal da cidade.
Andei tanto que acabei parando na unica favela da cidade, mas também a mais perigosa de todo o Japão, suspirei e senti meu corpo tremer do medo.
Não sabia onde eu estava, realmente tenho que adimitir que estava com medo, olhava pros lados e não via ninguem com um rosto amigavel, comecei a andar mais rapido quando vi um homem, muito mal encarado por sinal, me seguindo, ele vinha andando com uns 3 caras, com a mesma cara que ele.
Quando vi que tava chegando no final da favela, entrei num matagal tenso, estava escurecendo, estava ficando muito frio, quanto mais entrava no matagal, mais medo eu tinha e acho que mais longe eu ficava do centro da cidade.
Cheguei perto de um rio, e do outro lado vi os 3 homens que estavam me seguindo, parados, com um sorriso no rosto e com os dentes de ouro a mostra, suspirei e nao movi nenhuma celula, os homens me olhavam come se eu fosse um pedaço de carne bem caro que pode ser vendido por um alto preço.
- O que ta fazendo aqui garoto? - um dos homens perguntou, nao pensei duas vezes e respondi, porra o cara tinha uma voz assustadora, me tremi.
- N-N-Nada, me perdi - percebi que suava.
- Ah sei - o outro se escorou em uma árvore - estava participando da maratona do colegio do outro lado da cidade não é? Todo ano acontece a mesma coisa, sempre um engraçadinho quer ser mais esperto e pega outro caminho, mas você - ele começou a bater palmas - foi o melhor, a maioria dos que vem até aqui, quando chegam na entrada da favela, saem sem pensar, mas você, veio ate aqui, parabéns.
- Porque nao voltou garoto? - o primeiro homem foi atravessando o pequeno rio para chegar perto de mim - você poderia muito bem ter voltado pelo o caminho que veio pra ca? ou você foi tão burro ao ponto de não se tocar disso - eles riram da minha cara, o medo foi tão grande que nem achei ruim.
- P-P-P-Porque eu não sei o caminho que eu vim, não sei nem como cheguei aqui e preferi ir em frente, poderia chegar em algum lugar - suspirei.
- Que grande ideia - o que estava escorado na árvore riu - e chegou realmente, aqui ...
- Vocês não vão me deixar sair daqui facilmente? - eu fitei o homem que logo atravessou o rio e veio pra perto de mim, colocou a mao no meu ombro e sorriu - porque eu acho que nao - sorri com medo.
- E porque eu acho que você acertou ? - o homem que estava calado tirou uma arma prateada das costas e apontou pra mim - tem dinheiro? Quanto?
- Tenho, mas não aqui - eu estava imovel.
- Eu sei - o homem com a arma pareceu irritado - onde é sua casa filho?
- Perto do metrô, alias atraz da estação do metrô - suava mais ainda e o homem que estava do meu lado percebeu e sorriu.
- Não vai se mijar de medo não é? - ele riu
- Se querem dinheiro, me levem pra casa que tenho uam boa quantia, mas tenho que pegar em casa - Sabia que tinha feito uma coisa boa, porque tenho, digamos uma arma secreta em casa, mas teria que chegar logo em uma hora que alguem estiver em casa, porque nao sei se estão me procurando - mas tenho que dar um telefonema, apenas um, porque minha irmã tem que ta em casa, porque minha mãe, antes de morrer, só deixou nosso dinheiro, sob custodia dela em casa, por isso não sei, posso? - Os homens se olharam e o da arma ficou serio.
- Pode, mas você tem apenas dois minutos, apenas isso, e só podera ligar pra uma pessoa, e se tentar mais de 3 vezes e não atenderem, você vai pra la pegar o dinheiro nem que tenhamos que revirar a casa - ele guardou a arma e tirou um celular do bolso, jogou pro homem que estava do meu lado e ele me deu o celular, comecei a discar o numero la de casa, de primeira chamou e ninguem atendeu, logo comecei a entrar em desespero, liguei de novo.
Ninguem atendeu, suspirei e meu coração bateu rapido, olhei para o homem do meu lado e ele sorriu, liguei novamente, chamou ... chamou ... chamou ... e ninguem atendeu.
- Ótimo garoto, devolva o celular, ninguem atendeu, vamos ter que ... - no momento que entreguei o celular para o homem que estava ao meu lado, o mesmo tocou, o arranquei no impulso da mão dele e atendi.
- An? é você? - não acreditei que deu certo.
- Hey onde você esta? estmos loucos atraz de você! - ela parecia bem preocupada.
- An, me perdi e acabei em uma favela, e preciso da sua ajuda, vou chegar ai daqui a 2 horas, preciso que você ache o dinheiro porque vou ai com os homens que me "sequestraram", certo? - o homen que estava do meu lado foi saindo de perto de mim e meu tempo estava acabando, percebi que eles tinham se distraido - conte pros outros e esteja preparada, arranje um plano An - desliguei e entreguei meio aflito o celular.
- E ai conseguiu? - o homem pegou o celular.
- Sim, podemos ir?! - por fora estava com uam expressão super aflito, mas por dentro estava pulando de alegria que eles iam se lascar [kkk]
- Podemos sim, se ela não achar, vamos matar quem estiver la - ele me pegou pelo braço e fomos indo de volta pra favela.
Quando chegamos la, entramos em um carro bem lascado também, e fomos seguindo pra minha casa, quando vi o relógio eram 2:30 da madrugada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

If these wings could fly [C.04]

Cap.04 -O Acidente Quando eu falo que fiquei por muito tempo no telhado, eu não estava mentindo, até peguei no sono, só acordei com...