quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Beserker [C.01]
Cap.01 - A Realidade
Em 3050 o mundo se consumia em trevas, cidades haviam sido destruidas, o mundo governado por maquinas, um mundo sem vida, sem água, um mundo negro.
Você se pergunta, mais como tudo isso ficou assim, bom eu irei explicar, em 2060 a 3ª guerra mundial aconteceu, milhões de humanos inocentes foram mortos. A humanidade se destruiu quase por completo.
Após mais 100 anos uma 4ª guerra aconteceu por disputas de terras na unica parte do mundo em que os humanos haviam sobrevivido da 3ª gierra, uma 4ª guerra de paus e pedras, onde tu se extinguiu.
Como anigamente, os homens foram nascendo de pouco em pouco e desenvolvendo sua tecnologia. Após muitos anos, os humanos tinham tal tecnologia para criar maquinas capases de ter vontade própria, andar sozinho e alguns de desobedecer o comando humano. Mais 200 anos se passaram e ocorreu o que ninguém imaginava acontecer, a revolução das maquinas, como obivio a raça humana foi dizimada.
As máquinas escolheram três pessoas no mundo intero, algum tempo depois duas dessas tiveram um filho, uma menia, que sou eu, as máquinas ao saberem do ocrrido, mataram meus pais, fiquei só no mundo inteiro, eles pegaram essas pessoas pra fazerem testes nos corpos com armas nucleares. Em um dia havia chegado minha vez de ser cobaia nos testes, me tiraram da sela onde me mantiam e me levaram para uma sala de cirurgia.
- Levem-a com cuidado - eu me sentia zonza enquanto as maquinas conversavam e me colocavam em uma cama.
Começaram a fazer cortes no meu corpo e me anestesiaram, cortaram um pouco abaixo da minha barriga e retiraram um dos meus rins, fizeram um corte três dedos abaixo do meu peito e ja iam colocar um aparelho no meu coração quando eu acordei.
- SEGUREM ELA! - uma das maquinas colocou algo no meu coração e estourou os cortes.
Um outro trouxe uma enorme arma negra, o outro pegou uma enorme faca e mirou no meu braço, entrei em pânico e me soltei das correntes que me prendião, as maquinas se afastaram e caí no chão, vi uma mesa caindo em cima de mim e me afastei mais algo pingou no meu olho esquerdo, mas eu não podia parar, me levantei e puxei a enorme arma da mão da maquinaa e só correndo. Ouvi um barulho de uma sirene e de várias pessoas correndo e andei mais rapido, parei no meio do caminho e me perguntei pra onde eu tava indo.
- Merda - eu olhoi para a parede do meu lado, mirei o canhão e disparei, a força que ele fez em mim me jogou para trás, dei um impulso no chão e passei pelo buraco que o poder havia causado.
- Pegem ela! - ouvi vozes e fui caindo.
Eu senti um alivio por escapar e acabei caindo com tudo em um telhado, por uns segundos perdi a consciência, sangrava muito e o telhado de vidro quebrou, caí dentro de um tipo de armazem de veículos.
- Tenho que sair daqui - olhei para todos os lados e vi uma moto preta, corri e subi em cima da mesma, deixei o canhão preso na parte de trás da moto - Ligar - no mesmo instante a moto ligou e um portão se abriu, acelerei, ouvi barulho de um tumulto se aproximando e logo saí de dentro da garagem.
Acelerei o mais rapido que pude e quando eu ja estava bem longe das maquinas, entrei em umacidade toda destruída e fui pro subsolo de um prédio, desliguei o motor da moto e me acalmei.
- Acho que consegui - abri meu olho esquerdo e uma dor insuportável cobriu meu corpo, caí no chão com a mão no olho.
Algo começou a sair do meu olho, algo azul, queimava tanto que eu não conseguia me mover, quando vi era uma chama azul saindo do meu olho e logo a dor passou.
- Aquele pingo causou iss tudo?! - me levantei e olhei pro canhão e percebi que lago prendia no mesmo, cheguei mais perto e vi uma katana - o que isso ta fazendo aqui? - puxei a bainha e desprendi-a do chanhão, desembanhei a katana e fitei-a - como é grande ... - sorri.
Passei o dia muito atenta nos barulhos e nas patrulhas de lobos que rondavam, tentava ser o mais discreta possível. Algumas horas depois meus instinto humano bateu a tona.
- Que sono - me dietei na parede, e fechei os olhos - só tenho que ficar atenta nos robôs.
Dormir como um bebê, não ouvi nada, só queria sair desse pesadelo que ocorria comigo e com o mundo. Após algumas horas acordei, vi que nada havia mudado, eles não haviam passado por aqui, me levantei e fui até a moto.
- Para onde eu vou agora? - eu subi na mesma - ligar - a mesma ligou, acelerei e gui indo na direção da saída.
Fui com tanta velocidade que pulei pra fora e fui na pista, vi um botão na moto, apertei e a mesma moveu as rodas para dentro da mesma e turbinas apareceram.
- ótimo, assim posso me esconder mais - movi a moto para cima e com uma velocidade incrível ela subiu.
Olhei para trás e vi a enorme torre do ligar onde eu estava, soltei a moto e me deitei, uma parte de vidro cobriu a parte de cima toda e a moto ficou andando sozinha.
- Me leve para o lugar mais longe possível daqui - fechei os olhos.
- Sim - a voz da moto ficou grave e senti a velocidade aumentar.
As vezes dava vontade de morrer, do que ficar fugindo de maquinas, mas eu posso ajudar a tornar o mundo de volta como era antes.
Impossível não é.
- Chegamos - a voz da moto me chamou atenção, me levantei e percebi que estava no deserto e vi milhares do robôs ao meu redor.
- Sabia que não devia ter ligado a inteligência dela, eles restrearam - desliguei a moto com as mãos na cabeça e os robôs apontaram canhões pra mim, vi que o meu canhão estava do meu lado, andei um pouco pra perto e uma das maquinas veio se aproximando de mim - solte-a - sussurrei, vi que o despositivo se soltando bem devagar, olhei pro robô e vi ele se aproximando, quando a arma se soltou eu sorri - agora - puxei a parte de trás da arma e mirei na cabeça do robô que se aproximava de mim - dê mais um passo e eu estouro essa merda de cabeça.
- Calma eu só quero conversar com você - o robô ia se mexer.
- Não mova um parafuso - eu puxei o gatilho do canhão, um poder gigantesco azul saiu e matou quase todos os que estavam em um raio de um quilômetro, tirei a katana da arma e pulei pra trás, comecei a cortar as cabeças dos robôs em uma velocidade enorme.
Veio um outro maior e sorri, pulei e caí em cima do mesmo, mirei o canhão e apertei o gatilho
Assinar:
Postar comentários (Atom)
If these wings could fly [C.04]
Cap.04 -O Acidente Quando eu falo que fiquei por muito tempo no telhado, eu não estava mentindo, até peguei no sono, só acordei com...
-
Cap.04 -O Acidente Quando eu falo que fiquei por muito tempo no telhado, eu não estava mentindo, até peguei no sono, só acordei com...
-
Cap.19 - Os Demônios Subiram à Terra Quando voltamos da caminhada, Willy estava lá com todos, só nos esperando para contar o q...
-
Cap.03 – Kalindor - Senhor Sieg, estou entrando – eu estava dormindo quando ouvi alguém batendo na porta e logo u...
Nenhum comentário:
Postar um comentário