Estamos exatamente em 2120, onde a sociedade conseguiu atingir a inimaginável capacidade de quase deixar a todos "Imortais", hoje em dia existe todo tipo de cura pra todo tipo do doença, mas todo tipo mesmo, bom .. era o que eu achava.
Era manhã, 21 de fevereiro de 2120, acordei as 11:45 da manhã, tava caindo de sono, tenho 23 anos, e vivo a custas do dinheiro que meu falecido pai me deixou, minha mãe mora na cidade vizinha, não tenho muitos amigos na cidade, mal saio de casa mesmo, fico mais jogando "realidade virtual" o dia inteiro mesmo, pra que sair?! [kkkk].
Me levantei calmamente de minha cama, e fui para a cozinha, sentei na bancada e logo meu café da manha ja estava pronto, minha empregada tinha feito ja, comecei a tomar e senti uma forte dor na cabeça, comecei a gritar muito alto, e ela veio correndo ver o que estava acontecendo.
- Lewis? Tudo bem? - ela estava desesperada, p*** se eu to gritando, e com a mão na cabeça, acho que tudo bem é que não está né, mulher burra - o que houve? Lewis?
Apaguei legal...
Parecia que alguns segundos tinham se passado e fui abrindo meus olhos, estava no hospital! É .. alguns segundos não [lol], olhei para os lados e as maquinas estavam cuidando de mim, olhei para o vidro do meu lado e vi minha mãe, um pouco velha, mas bem cuidada, alias, muito bem cuidada, com os olhinhos cheios d'agua, um médico logo foi avisa-la algo.
Sua expressão não foi a das melhores que ja vi, logo foi andando e entrou no quarto, se aproximou cuidadosamente, passou a mão na minha cabeça e sorriu, querendo chorar na verdade.
- O que houve Mãe?! - falei baixinho, minha voz quase nao saia.
- Sabe filho ... as vezes, quando nós humanos .. tentamos ser "Deus" e impedir a morte ... inventando cura para tudo, acabamos errando feio ... - várias lágrimas escorreram de seus olhos, e meu coração bateu rapido.
- C-C-Como assim Mãe? para de brincadeira Mãe - tentei ri, mas nao consegui.
- Vou ser franca com você Leh ... - ela me fitou por alguns segundos calada, como se quizesse que aquele momento nunca acabasse - Você tem uma doença ... em suas sinapses ...
- Sim .. eae?
- Sabe que podemos reconstruí-las facilmente, a cirurgia é bem rapida mas ... o médico não sabe que doença é essa ...
- O médico O QUE?! Ele é louco? - pronto, vou morrer.
- Filho FILHO! - ela tentou me acalmar - calma ... sei que pedir calma é hipocrisia minha Lewis mas ... não sabemos o que fazer
- Como não sabem Mãe?
- Filho, você dormiu por 7 meses inteiros!
- Eu .. o que? - não pude acreditar no que ela estava dizendo, como pude dormir por 7 meses?!
- Milhares de médicos ótimos já vieram lhe examinar, tudo, tentaram de TUDO! mas essa doença ta destruindo tudo dentro de vc ... não sabemos o que é, não sabe como isso é complicado pra mim, dizer isso pra você ... Filho ... - ela chorou mais - você vai ...
Senti meu coração parar, tudo começou a escurecer, e a unica imagem que fiquei na mente, foi o rosto de minha mãe, chorando a perda ... de seu unico filho.
Não sabia o que ia acontecer, estava com muito medo, ninguém sabe o que vem quando você morre, claro. Mas eu estava prestes a saber o que estava por vir.
Senti meu corpo se chocando fortemente contra algo muito sólido, respirei fundo e percebi que não tinha morrido, abri os olhos rapidamente esperando ver minha mãe, abraça-la e dizer que não tinha morrido nem nada... Estava em um deserto, negro, frio e sombrio, com uma gigantesca lua cheia no fundo.
- O-O-O que ta acontecendo? - olhei para todos os lados, me levantei e não senti nada, nem dor ... nem o que era pra ser a morte né, não senti, comecei a caminhar, esperando achar alguém, mas não via uma alma viva [almaviva, ta ótimo, kkkkkkkkk].
Andei por um bom tempo, e não conseguia me cansar, não sabia porque, mas logo avistei um tipo de vilarejo ou castelo, sei lá, era grande e tinha muitas luses.
Corri para chegar o mais rapido possível lá, e saber o que tinha acontecido comigo, e logo cheguei bem perto, na entrada principal do Lugar tinham dois guardas, com armaduras bem pesadas e caras muito estranhas [lol], tentei me esconder em uma arvoresinhas que tinham la perto, pra ve se conseguia entrar de "poita".
Fui andando bem devagar, tentando respirar o masi devagar e baixo possível, tava tudo muito silencioso.
- Pra onde vai? - ouvi uma voz feminina e travei, não sabia o que fazer, e fiquei imóvel, agachado feito um doido, a mulher sorriu - acha que vai entrar ali? - ela andou pra mais perto de mim e se agachou, respirou bem fundo e sorriu - humano? aqui? como?
Não consegui responder nada, travei literalmente, ela me puxou pela blusa e me olhou nos olhos, mas eu com medo fechei os meus.
- Com medo? Humano... - sua voz era hipnotizante, me fazia querer olhar em seus olhos, mas não olhei - Olhe para mim .... - ela sorriu.
Ela me colocou no chão e passou as mãos no meu rosto, colocou seu rosto ao lado do meu, emanava um cheiro doce, de sangue, algo parecido, aproximou seu corpo do meu, e meu coração começou a bater rapido, ela foi passando as mãos nos meus braços e foi levando as minhas mãos a sua cintura.
- Não tema ... não vai doer nada - lambeu levemente meu pescoço, tava passando mal ja, respirando rapido e ... e .... tava doido pra falar a verdade [kkk].
Fui descendo as mãos, e ela juntou mais seu corpo com o meu, não sabia o que tava fazendo, mas não conseguia me controlar, era ... muito bom.
Derrepente senti algo rasgando o ar, a centímetros do meu rosto e me afastei nun pulo só, me afastei e abri os olhos, o corpo da mulher estava lá, parado em pé, sem sua cabeça, estava ofegante, olhei para todos os lados para ver o que tinha causado aquilo, mas estava tão louco e euforico que nao tive tempo pra achar.
Levantei e saí correndo, corri pro mais loge que pude da cidade, e fui para o deserto, alias, voltei pra lá né, corri tanto que estava morto de cansado, e cai de joelhos no chão, tentei me acalmar após ver que nada ou ninguém me seguia.
- Mas que .. merda ... foi essa ..... - estava ofegante, mas mesmo assim nao pare de olhar para todos os lados com medo - Onde eu to meu deus ... - consegui me acalmar e suspirei, fiquei ali sentado ouvindo o som do vento.
- Vá embora ... - Ouvi uma voz do meu lado e corri do susto, quando vi não tinha ninguém, estava ficando doido só pode, era um sonho, eu não morri - não .. você morreu.
- Quem ta ai?! e ... ta lendo minha mente?! - estava procurando onde essa pessoa estava.
Logo uma lâmina [http://images.wikia.com/wowwiki/images/e/e1/DemonHunterWarBlade.jpg] gigantesca, mais ou menos do meu tamanho, surgiu na minha frente, cravada no chão, dela emanava uma espécie de aura vermelha, haviam coisa escritas, e simbolos.
- Você ... fala?!
- Não .. eu falo! - ouvi uma voz atraz de mim e me virei com tudo, olhei profundamente em seus olhos vermelhos e obscuros, me deu medo, muito medo, mas ... não consegui me mover, ela tinha longos cabelo roxos, pele pálida e longos caninos pontudos - fuja, o mais rapido que você conseguir humano, não vai durar aqui muito tempo - ela foi andando para pegar sua arma cravada no chão.
- O .. que você é?! - tive um certo medo de perguntar isso, mas tinha que perguntar - e como estou morto? - Ela parou de andar e virou um pouco o rosto para traz para me olhar, e sorriu com um ar de deboxe.
- Vá embora, faça o que eu digo - ela pegou a Lâmina e foi andando de volta para a cidade.
- Espera! eu te fiz uma pergunta! - corri para acompanha-la, logo ela parou e se aproximou de mim.
- Corajoso você - ela riu - posso arrancar sua cabeça só em piscar meus olhos, e você ainda não me obedece ser imundo?!
- Imundo? então porque me salvou?! e não me deixou morrer nos braços dela? - ela arregalou os olhos, acho que tinha cutucado a ferida.
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