A fanfic só sera postada quando eu for continuar a escreve-la, ou seja, tão cedo [KKKK], mas a postei ai, por isso, quem for ler, fique atento, que a qualquer momento postarei o resto.
Obrigada, por: momon.
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Schwindel [C.09]
Cap.09 - Corrupção
O Vento soprava em direção ao leste, bem calmo, os pássaros cantavam suavemente, era tudo muito calmo, para uma cidade que estava em crise, derrepente o ar simplesmente parou de vez, parou de circular, os pássaros pararam de cantar e uma pressão começou a se formar na cidade.
O Ar parado começou a comprimir tudo que estava ao seu alcance, e as nuvens desciam do céu bem devagar, todos os hábitantes da cidade começaram a se apavorar com aquilo, e os gritos foram as unicas coisas que eram possíveis ouvir na cidade, como uma coisa quase impossível e inexplicável, pois o som não se propaga no vacuo, e o ar não circulava e assim ele ia se dissipando.
Ninguém entendia o que estava acontecendo, mas só sabiam de uma coisa, teriam que sair da cidade para tentar ficar bem, uma luz surgiu no céu, e logo pode ser visto uma mulher, de longos cabelos ruivos, planando no ar, como se ali houvesse um sólido chão para que ela podesse ficar lá.
Seu sorriso macabro era o que mais assustava a todos, ela ergueu a mão para o alto e esmurrou o ar na direção no chão, nada aconteceu durante cinco segundos, mas depois uma explosão gigantesca havia desintegrado metade da cidade, e matado todos que estavam ali, claro.
Igor e Ludmyla viam a destruição da cidade de longe, mas como estavam sem forças para continuar a correr, ou andar, não iriam aguentar chegar na cidade para tentar fazer alguma coisa, pois eles acreditavam que os Triângulos tinham algo haver com aquilo tudo.
- Sabe que todos vão morrer né Lud? - Igor parou de andar, estava muito cansado, e fitou a mulher destruindo a cidade de longe.
- Sim .. mas ... apesar de tudo ..
- O que é aquilo? - Igor interrompeu Ludmyla e apontou para um ponto negro no céu, parecia uma espécie de capsula negra ou algo do tipo.
- O que é isso Senhor?! - Ludmyla estava assustada, muito assustada com aquilo tudo.
A Capsula se movia com uma velocidade incrível no céu, e logo chegou bem perto de Agnes, a mesma se virou para ver o que estava lhe incomodando, e viu a Capsula.
- Então você veio .. me responda, porque ainda protege esse povo, eles lhe julgam, lhe machucam, fazem tudo de mal pra você, e você ainda não desiste de proteger essa raça Podre? - Agnes passou a mão no rosto.
- Faço a mesma pergunta pra você Agnes, você ainda insiste em receber ordens de um Senhor que lhe odeia e lhe usa como objeto? - a voz veio de dentro da Capsula, era como se todos já tivessem ouvido aquela voz, poucas vezes.
- Ele me ama, tenho certeza disso - Agnes riu - mas deixa de conversa, e me da logo a Magna Charta(A Grande Carta) - Agnes estendeu a mão - e saia logo desse casulo horrível.
- Casulo? - a voz pareceu deboxar do que Agnes havia dito, o ar havia voltado ao normal, e a camada negra que cobria o corpo inteiro da outra pessoa, começou a desaparecer - antes eu tinha lhe dito que iria lhe mostrar quem era Deus na história, não disse?!
- E o que isso tem haver com agora? - Agnes sorriu.
- Lhe explicarei, o que tem haver - no mesmo instante a camada desapareceu por completo e Edwin surgiu, era impressionante a imagem, estava com uma roupa branca e vermelha, e de seus olhos saia uma fumaça negra, ela estendeu a mão e uma pulseira saiu de seu braço, e começou a se formar uma Gigantesca foice - Sabe o porque de eu estar aqui, porque não vai procurar outro oponente Agnes?
- Você? mais forte que eu? - Agnes riu.
- Agora se pergunte, porque será que o seu amado Senhor lhe mandou me matar? - aquilo tinha feito Agnes parar para pensar, ela a fitou um pouco assustada, mas não queria acreditar no que ouvia - ele lhe mandou tirar a Magna Charta logo de mim porque Agnes? - ela não respondeu - RESPONDA! - Agnes estava suando frio, não tinha pensado naquilo tudo - porque ele quer que você morra Agnes, você descumpriu uma ordem dele...
- Ele não tinha dito que nós não poderiamos atravessar a fonte Edwin! Então eu vim! Não mereço ser punida por isso.
- Na concepcção dele, você acha isso mesmo? - Edwin girou a foice no ar - mas isso não importa, como vejo que você não tem mais ninguém em lugar algum no Universo, então posso lhe mandar para o lugar de onde você veio.
- Acha mesmo que vai conseguir? - Agnes ergueu a mão novamente e fechou o punho, de dentro de sua mão saiu uma luz vermelha, quando ela abriu se formou uma enorme pistola - vamos ver se o desejo dele vai ser tornar realidade.
Edwin fechou os olhos, deixou a Foice parada no ar, solta, juntou as duas mãos e foi as aproximando uma da outra lentamente, o céu começou a ficar negro. Aquela cena veio como um Dejavu, ou falando em outra lingua, o "Schwarz", todos na cidade agora haviam entendido o que tinha acontecido no "Schwarz", o porque de todos terem esquecido de tudo e o principal, o que havia causado a luz negra no céu.
- O céu ... - Igor não podia acreditar no que estava vendo - "Schwarz".
- De novo? - Ludmyla sentiu um aperto no coração.
- Mas aquela é a Edwin mesmo ? - Igor percebeu que tinha feito um julgamento errado.
- Parece que sim - Ludmyla estava tão perplexa, que não estava mais ligando para o fato de Edwin estar flutuando no céu.
- Vai mesmo soltar isso de novo Edwin? da ultima vez ... você sabe o que aconteceu - Agnes sorriu, no segundo em que ela fechou os olhos, o céu já estava completamente negro, estava tudo escuro, ela não conseguia enxergar nada, procurou por todos os lados Edwin, mas não a achou.
- "Quid fit extremum?! Planeta tuos perdat nimis celeriter et possum idem hoc. Mato vos simul." [O que aconteceu da ultima vez?! Destruí seu planeta muito rápido, e posso fazer a mesma coisa com este. Mato você junto.] - Edwin surgiu no seu lado, colocou o rosto do lado da Agnes.
Agnes tremeu ao ouvir aquilo, sentiu seu corpo pesando ao inalar aquele ar cheio de "corrupção", muitas pessoas estavam morrendo ao inalar o ar.
Schwindel [C.08]
Cap.08 - O Inicio
- Sabe porque mandei você lá? sua inutil - em qualquer lugar no universo, estavam conversando, calmamente.
- Só queria deixar eles mais assustados Senhor, não quiz ...
- MAS EU MANDEI? - o homem elevou a voz.
- Mas ..
- RESPONDA! EU MANDEI?
- Não Senhor - a mulher abaixou a voz, demonstrando inferioridade.
- E porque você foi? sabe o que acontece com quem vai contra minhas ordens, não sabe?
- Mas eu não fui contra as suas ordens Senhor, porque o Senhor também não disse que a gente não podia ir, só fui sem sua permissão - ela se arriscou dizendo aquilo, mas teria que fazer isso, não podia morrer agora.
- Pensando bem ... você está certa Agnes - o homem se levantou da sua enorme poltrona, e foi andando na direção de Agnes - minha querida, sabe que amo você de mais, mas não faça isso novamente, sabe que se eu lhe dou uma segunda chance, tenho que dar para todos, não sabe? - ele acariciou seu rosto.
- Sei sim Senhor, Perdão - ela sorriu suavemente.
- Só não quero que isso se repita, certo? - ele estendeu a mão no ar, e a mesma beijou sua mão.
Enquanto Igor e o policial esperavam por alguma noticia de Rodrik, Ludmyla e Scarlet corriam em direção do Hóspital. Da boca da Scarlet escorria sangue, e ela começava a sentir uma dor no peito.
- Aguenta Scarlet, tamo chegando já - quando elas duas entraram no Hóspital, Ludmyla deixou Scarlet na Emergência, e foi para onde Igor estava - Deixa eu explicar o que aconteceu ...
- Cade a Scarlet Lud? - Igor ficou preocupado.
- Calma, deixa eu explicar, eu achei ela na casa dela, e fiquei perguntando o que tinha acontecido, e quando ela foi falar, do nada ela começou a tossir, corri na cozinha pra pegar um copo com água e quando voltei pro quarto, o tapete tava cheio de sangue a Scarlet tava no canto do quarto com o rosto sujo de sangue - Ludmyla respirou fundo pra continuar.
- SANGUE?! - Igor arregalou os olhos.
- Sim, mas deixa eu terminar, e quando eu tava limpando o rosto dela, ela não parava de olhar pra uma parte do tapete que tinha mais sangue, ai eu fui ver o que era, quando vi .. - Ludmyla pegou a bolsa e a abriu, e tirou o pano que enrolava o objeto, o pano estava meio queimado, mas ela desinrolou o mesmo e mostrou o triângulo, com um pouco de sangue ainda - tinha isso no meio do sangue, só quero saber como isso foi parar dentro dela!
- Ela vomitou isso??? - Igor se apavorou.
- Sim, mas quero saber o que é isso - Ludmyla enrolou novamente e guardou - preciso ir pra um lugar sem ninguém pra sei la, tentar abrir, ou fazer qualquer coisa do tipo - ela se levantou.
- Vou com você! - Igor se levantou.
- Mas você tem que ficar aqui pra qualquer noticia ... - Ludmyla fitou o policial.
- Não precisa, eu fico aqui - o policial sorriu - e logo que não tem o porque dele ficar, eu to com seu número, ai qualquer noticia eu ligo, podem ir.
- Obrigada - Ludmyla e Igor correram para pegar um Taxi, e ir para um lugar longe - pra onde vamos?
- Pra praia, não tem ninguém lá mesmo - Igor foi entrando no Taxi que estava na frente do Hóspital, e logo Ludmyla entrou em seguida - Para a praia, por favor.
O Taxi logo chegou na praia, Igor pagou e os dois foram indo para a areia, viram se tinha alguém lá, e Ludmyla abriu a Bolsa, pegou com cuidado o pano que enrolava o Triângulo e o largou na areia.
O mesmo, ao encostar na areia, brilhou.
- Ele brilhou - Igor se afastou.
Mas não brilhou de novo, fez um barulho muito estranho, de algo se abrindo, e logo o Triângulo foi ficando menor, e uma luz saindo do mesmo, Igor se aproximou para ver o que havia dentro do mesmo, mas não viu nada por causa da luz, o Triângulo se abriu e no mesmo instante um clarão surgiu no céu, e os dois desmaiaram, o Triãngulo se fechou imediantamente, como se tivesse se recuando de alguma coisa.
Do meio das enormes árvores da floresta surgiu Edwin, foi andando na direção do Triângulo, se agachou para pega-lo e o segurou firme, o mesmo ficou bem menor.
- Acreditem, não fiz isso por mal - Edwin fechou a mão com força e o Triângulo desapareceu em sua mão, logo ela foi indo embora.
Depois de uns 30 minutos, Igor e Ludmyla acordaram, os dois se olharam e procuraram o Triângulo por toda parte, mas não o acharam.
- DROGA! - Igor estava furioso.
- Quem pode ter lavado o Triângulo? - Ludmyla olhava para todos os lados a procura do mesmo.
- Não sei, mas ficar aqui não resolve nada.
- E como vamos voltar? Tem dinheiro ai Igor?
- Não
Ludmyla pegou o celular, mas deu sem sinal, Igor tirou o seu celular do bolso e viu que também estava sem sinal, os dois se olharam e começaram a andar na direção da cidade, era a unica coisa que poderiam fazer, andar e resar pra que o sinal do celular voltasse rapido, aquele dia era uma dia muito quente, eles iriam desidratar rapidamente.
- Agnes .. vá atraz dela! - o Senhor finalmente havia lhe confiado uma ordem, Agnes mostrou seu melhor sorriso e desapareceu do enorme lugar que ali se encontrava seu Senhor.
As pessoas da cidade, poderiam achar que aqueles acontecimentos não poderiam piorar, mas não sabiam o que estava por vir, era algo maior, mais poderoso. Algo iria se despertar. Um poder tão obscuro e profundo que iria corromper toda a ida humana no mundo, não só na cidade. O Inexplicável.
Schwindel [C.07]
Cap. 07 - Triângulo
A cada dia que passava, a cidade ficava mais estranha e mais cheia de mistérios, todo dia, alguém desaparecia ou morria, e todos ficavam mais assustados com tudo que estava acontecendo. Nenhum investigador de fora, queria ir na cidade, com medo de morrer, pois ninguém sabia o motivo de tantas mortes, uns diziam que eram monstros, outros diziam algo sobre assassinos, outros comentavam sobre seres de outros planetas.
Lá, você poderia ouvir as histórias mais estranhas do mundo, onde crianças eram mortas brutalmente, e seu quarto ficava cheio de sangue, e seu corpo dilacerado, onde seus membros amanheciam espalhados pelo quarto.
O único sentimento que a cidade poderia ter, era Medo.
Logo a manhã chegou para tentar tornar o dia mais calmo, e todos que estavam no hóspital acordaram com o médico avisando sobre o estado em que Rodrik estava.
- Bom Dia, fizemos uma cirurgia no Rodrik Hoje de madrugada - o médico não mostrava um rosto feliz.
- E como ele está? - Igor pulou de alegria.
- Nada bem - o médico não queria ter que dizer isso, mas teria que dizer, de qualquer maneira - retiramos um objeto de sua nuca, não sabemos o que é, mas já mandamos para a análise, o que nós queremos saber é como aquilo foi parar ali, parecia já estar lá a muito tempo, ele está em Coma.
- COMA? - Igor estava perplexo, não acreditava no que ouvia.
- Sim, em coma, não está no estado mais grave, mas também não está no melhor, digamos assim - o médico se sentou na cadeira perto de todos - tentamos de tudo, para que ele não ficasse assim, mas foi inevitável.
Todos começaram a chorar, e alguém se aproximava, bem devagar ela foi entrando no hóspital, e indo na direção onde todos estavam, Igor estava indo ao banheiro, foi quando viu ela, sentiu uma queimação no peito, e sua cabeça ficando quente, e correu para cima dela, a jogou contra a parede.
- PORQUE ESTÁ AQUI? - ele estava furioso, aquilo tinha chamado atenção de todos que ali estavam, logo Igor percebeu que o impacto da pancada na parede havia cortado a cabeça de Edwin - ANDA, RESPONDE!
- Te interressa garoto? - ela não estava nem aí pra ele, e nem pro seu corte, só queria terminar algo que já devia ter terminado a muito tempo - pode me soltar?
- PORQUE FEZ ISSO COM ELE?? - Igor começou a chorar mais.
- Igor, solte-a - o policial, que ainda estava lá, foi tentar separa-lo de Edwin.
- Não vê o que ela fez?! - Igor estava ficando louco com isso, seu ódio estava subindo mais do que sua cabeça, estava o consumindo.
- Solte-a Igor! - o policial o segurou e o fez solta-la, a menina foi andando para o lugar que estava indo antes - Ei menina, sua cabeça está sangrando! - o policial teria que soltar Igor, para ir ajudar Edwin, mas sabia que se soltasse ele, o mesmo correria e mataria ela de vez.
- Calma Igor - Ludmyla foi tentar acalmar Igor.
- Me larga! - Igor fez o policial lhe soltar, e foi indo na direção do banheiro novamente.
O clima estava tenso de mais.
Mas todos estavam aguardando calmamente pela melhora de Rodrik, foi quando Scarlet resolveu sair um pouco do hóspital e ir comprar algo pra almoçar. Foi indo na direção de um restaurante que tinha perto do hóspital, e parou no meio do caminho, olhou para o céu e viu uma luz.
Pensou que era o sol, mas o sol estava no lado contrário, e não tirou os olhos daquilo.
- Se eu fosse você eu não ficaria olhando de mais para a luz fedelha - ela ouviu uma voz vindo de suas costas e se virou, estava parada uma mulher de longos cabelos Ruivos, e olhos brilhantes, vestia um sobre-tudo preto com uns detalhes em prata - Bom dia.
- Quem é você? - Scarlet estava ficando assustada.
- Quem sou eu? - A mulher riu e desapareceu, Scarlet olhou para todos os lados, tentando procura-la, mas não achou - sou seu pior pesadelo criança - ao ouvir a voz e sentir a respiração da mulher em seu ouvido sentiu seu coração parar por um instante - sou o mal que todos comentam por ai, e eu procuro aquele que protege todos vocês de nós.
- De nós? e quem .. nos protege? - a voz de Scarlet começou a sair trêmula, sua respiração ficou ofegante, e seu corpo tremeu.
- Sim, nós ... não sabe quem somos nós?
- N-N-Não
- Somos tudo, todos, somos DEUS! - no momento que a mulher disse aquilo, a terra tremeu, e o vento ficou mais rapido.
- Não me faça rir - uma voz surgiu no ar, e a mulher fez uma cara de pavor - Deus? o que sabe sobre Deus? vocês são um monte de lixo, que tiveram a bondade de algum Filho da Puta dar a vocês alguns poderes de merda, DEUS?! - a voz se tornou mais intensa - eu digo quem é Deus pra você! - no mesmo instante a mulher depareceu.
Scarlet de tão assustada, não esperou para ver o que iria acontecer, e correu o mais rapido possível para o hóspital. Ao chegar no hóspital correu para o lugar que todos estavam, e se sentou numa cadeira, todos estava percebendo que ela estava estranha.
- O que houve Scarlet? - Ludmyla se preocupou, sentou-se ao lado da amiga.
- N-N-Nada .. Lud - os olhos dela estavam tremulos, pálida, e com as mãos tremendo.
- Como nada menina? tu tá pálida e ta tudo bem? Tu ta tremendo SCARLET! - Ludmyla odiava quando ela fazia isso, dizia que estava tudo bem, mas sempre tinha algo - o que aconteceu? porque assalto não tem aqui, então me diz o que foi?!
- é que .. - quando ela começou a falar, viu Edwin saindo do Hóspital, não sabia porque mas tinha sentindo algo estranho em olhar nos seus olhos, e seu corpo se arrepiou - nada. - ela saiu correndo.
- O que deu nela?! - Igor viu o que tinha acontecido.
- Não sei, fiquem aqui, se forem sair, liguem pro meu celular, vou atraz dela - Ludmyla deixou um papel com seu número para o Igor e correu atraz da amiga.
Chegou na porta do Hóspital e viu que Scarlet tinha corrido na direção de sua casa, Ludmyla deduziu logo, e pegou outro caminho, para chegar antes dela.
O dia começou a ficar nublado, e logo começou a chover, Ludmyla havia chegado na casa da Scarlet bem rapido, entrou e esperou ela chegar. Esperou mais de 30 minutos, mas finalmente ela havia chegado. Ela esperou Scarlet ir para o quarto e foi a seguindo, antes da porta ser trancada, Ludmyla empurrou a porta, e trancou ao entrar.
- O que aconteceu, pode dizer, sabe que estou aqui pra lhe ajudar amiga - Ludmyla se sentou ao lado de Scarlet, que parecia cada vez pior.
- Já disse que Nada - a voz dela não deixou de ficar trêmula.
- Fala Scarlet, acha que eu vou aceitar um NADA? acha que eu acho que tu ficaria assim do NADA?! anda diz logo de uma vez!
- Fui almoçar ... e ... - no instante que Scarlet ia dizer o que tinha acontecido sentiu uma dor muito forte na garganta e começou a tossir, Ludmyla, muito assustada, tentou ajudar a amiga e trouxe um copo de água.
Mas quando entrou no quarto, viu o tapete do quarto sujo de sangue, correu para ajudar a amiga que estava encolhida no canto do quarto, e viu a boca da mesmo cheia de sangue, ela olhava fixamente para um lugar no quarto, o lugar que estava mais sujo de sangue.
- O que houve?! - Ludmyla pegou um pano que tinha em cima da cama e começou a limpa-la, deu o copo com água para ela beber e foi ver o que tinha no meio de tanto sangue, viu um objeto, do tamanho de um celular, em formato de triângulo, ela ficou assustada e fitou Scarlet - o que é isso Scarlet? - ela apontou para o Triângulo.
Scarlet não respondeu, começou a chorar baixinho, apenas balançou a cabeça num sinal de dizer que não sabia, Ludmyla foi encostar no Triângulo, mas sabendo que iria sujar sua mão de sangue, e pegou o mesmo, tentou limpa-lo com o mesmo pano que limpou o rosto de Scarlet, e viu umas escrituras no mesmo.
- Mas que porra é essa? - Ludmyla sentiu o objeto queimando sua mão e o largou no chão, foi indo para o canto do quarto e puxou Scarlet - anda, vamos sair daqui! - Ludmyla enrolou o objeto num pano, e pegou qualquer bolsa que tinha no quarto de Scarlet, jogou o objeto dentro da mesma e as duas foram saindo de casa.
Schwindel [C.06]
Cap. 06 - A minha morte?
Ele tentou inumeras vezes se mecher, mas não conseguiu, era sufocante, tentar fazer com que eles o percebessem, e logo aquilo tomou todas suas forças, e finalmente ele apenas, deixou ser levado pelo seu amigo.
Foi quando chegaram na estrada que havia no meio da floresta, lá estava estacionado um carro da polícia, Scarlet pegou o celular e ligou para o policial.
- Tio, estamos aqui já, achamos ele, vem correndo pra cá, porque ele não ta acordando - Scarlet estava ofegante, e o Igor havia deitado o corpo do Rodrik no banco do carro.
- Gente ... acho melhor vocês olharem isso - Ludmyla estava na frente do carro apavorada, pra falar melhor, em estado de shoque, foi quando todos fitaram o que ela estava olhando, era Edwin, no meio da estrada.
Igor ficou furioso e foi andando pra perto dela, mas Scarlet tentou o segurar.
- O QUE FEZ COM ELE DEMONIO? - Igor gritou.
- Não Igor, não vai - Scarlet estava com medo, Ludmyla correu para dentro do carro.
- Eu? não fiz absolutamente nada garoto, só estava passando - Edwin foi andando bem devagar em direção do carro - o que seu amigo tem?
- VOU REPETIR A PERGUNTA! - Igor gritou e ficou mais furioso.
- Acha que sou surda e não ouvi sua pergunta? - logo ela parou de andar e o fitou, ali sim, parecia estar furiosa, aquilo havia deixado o ar pesado e todos permaneceram calados, logo Edwin voltou a andar em direção do carro.
Scarlet percebeu que Igor não iria mais atraz da Edwin e parou de segura-lo, Igor estava perplexo com o que havia escutado, não estava acreditando, que ela seria sinica ao ponto de mentir descaradamente.
- Tenham sorte, vão precisar - Edwin entrou na floresta e logo sumiu.
- Está tudo bem Igor? - Scarlet viu que ele estava pálido, Edwin havia feito algo para ele que com certeza ele não diria para ela, só ele mesmo sabe o que ela o fez ver ... ou ao menos se foi ela que o fez ver, até hoje não se sabe o que ele viu.
- Crianças vamos rapido! - O policial, Tio de Scarlet, entrou rapidamente no carro, logo todos fizeram o mesmo, o carro saiu em disparada na direção da cidade, Rodrik estava deitado sob o colo de Scarlet, estava pensando que tinha morrido, pois tentava fazer todos verem que ele estava bem, e acordado, mas algo impedia.
Quando chegaram na cidade, foram para o Hospital mais próximo, estacionaram e o Policial segurou Rodrik nos braços, em seguida, todos sairam do carro e foram acompanhando o Policial, Igor estava com medo de perder o amigo, aliás, o único amigo que tiverá desde pequeno.
Adentraram no Hóspital com muita pressa e levaram o corpo de Rodrik para a emergência.
- O que houve? - o médico da emergência começou a examina-lo.
- Não sei, estavamos procurando ele, porque estava desaparecido faziam ... umas .. 7 horas, e as crianças o acharam - o Policial foi explicando detalhadamente o que acontecera.
- E vocês crianças, onde acharam ele? - o médico os fitou.
- Ele estava deitado na areia da praia doutor, sem nenhum ferimento, como o Senhor vê, mas não sabemos o que aconteceu! - Igor estava ficando deseperado.
- Calma filho, vai ficar tudo bem - o médico tentou passar tranquilidade para todos - agora se me derem licença, tenho que cuidar dele - o médico segurou a maca onde Rodrik estava e levou para dentro de uma sala.
- Ele vai ficar bem? - Scarlet se sentou em uma das cadeiras mais próximas, e logo todos a acompanharam, Ludmyla não sabia se ficava triste por sua amiga, ou pelo Rodrik.
Você sabe qual é a sensação de ser aberto, aberto mesmo, com um bisturi e tudo, mas você estando acordado e sentindo tudo?! Foi isso que Rodrik sentiu, os Médicos detectaram um objeto dentro de sua nuca, o deitaram na cama sa cirurgia e começaram a abrir, bem devagar, Rodrik estava ficando louco só em pensar que isso iria acontecer, e logo começou a sentir a dor, viu o sangue escorrendo, as lágrimas escorrendo sob seu rosto, não sabia o que fazer.
Ele tentava de tudo, para se mover, dar algum sinal de que estava acordado e principalmente, VIVO! Mas os médicos não perceberam, e logo Rodrik desmaiou de dor.
Schwindel [C.05]
Cap.05 - A mente
Envolta um um manto fino de humidade, a manhã, que vem com um ar pesado de um mistério, de algo que não foi explico, como sempre.
Sua mãe acorda e vai andando em direção de seu quarto, abre a porta bem devagar, e percebe que a mesma já estava enconstada, seu coração começa a palpitar mais rapido, e percebe que sua filha está dormindo, se alivia.
Se aproxima de sua cama mais rapido e balança o frio corpo da filha, e ela não acorda.
- Luna, filha acorda, colégio - a mãe a balança novamente e revolve ver o que se passa, e é quando percebe que sua filha está morta, com os olhos grandes bem abertos, e uma expressão de calmaria, com marcas vermelhas e algumas sangrando pelo corpo - Lu-lu-luna ... - a mãe não acredita no que estava vendo, coloca a mão no rosto e logo sente as lágrimas esconrrendo sob o mesmo como se tivessem cortando, logo se ajoelha no chão.
- O que houve querida? - o pai da garota entra no quarto correndo - ouve sua voz, chamando a Luna mas .. - é quando o mesmo se aproxima e vê sua filha morta, por um instante, ele sente seu coração parar, mas logo volta a bater bem forte - LUNA! - e corre para perto da filha, sem entender o que estava acontecendo - o que houva Mariah?
- Eu ... eu ... não sei!! - a mulher, de tão desorientada, não conseguia pronunciar uma palavra.
- DIGA! - o homem a pega pelos ombros e a sacode.
- EU NÃO SEI! -a mulher grita, e os dois permanecem juntos, ao chão, chorando a perda da sua unica filha - porque ... porque senhor ...
Já no colégio, as aulas são iniciadas, e os pais da garota avisam ao colégio o acontecimento, o Coordenador adentra as salas explicando o que havia acontecido, para ele, aquilo era uma coisa práticamente de rotina.
- Bom Dia a todos vocês - os alunos que ali estavam viram a cara de aflito do Homem, e já haviam deduzido o que estava acontecendo - bom, hoje de manhã os pais de uma colega de todos vocês, ligaram, e me disseram que ela havia sido morta - no instante que o homem disse "morta" todos os alunos se espantaram, apesar daquilo ser de costume - eles dois acordaram e foram ao seu quarto, e a viram morta, com muitas marcas e cortes em sua pele.
- E quem era? - Ludmyla estava chorando.
- Luna - o coordenador só não esperava que fosse uma das melhores amigas da vitima que perguntasse isso - sinto muito Ludmyla.
No mesmo instante, Ludmyla chorou mais, chorou como nunca havia chorado em sua vida, um choro que doía a alma, que tirava o fôlego, Scarlet foi para o seu lado, tentar conforta-la, mas aquilo não havia adiantado, de todos dentro da sala, apenas uma não havia demonstrado reação... Edwin, estava sentada em sua cadeira, como sempre olhando para o céu, Igor se aproximou dela e fez uma cara de nojo.
- O que há com você garota?! não vê que uma pessoa morreu aqui? - ele foi para sua frente, mas ela não o respondeu - o que há com VOCÊ! - ele bateu com força na mesa, e todos da sala focaram a atenção na discussão - RESPONDA!
- Igor o que há com você? falando só? - Rodrik se aproximou do igor, tentando contornar a situação, para seu amigo não passar um de Louco, na sua cabeça, claro.
- Não vê ela? NÃO VÊ O QUE ELA FAZ? - Igor chorava, e apontou para a testa da menina.
- De quem você está falando Igor? - sussurrou Rodrik.
- DA EDWIN! - Igor gritou.
- quem? - Rodrik riu - já ta falando dela de novo Igor?! - ele pareceu deboxar do amigo, uma garota se aproximou dos dois e tentou parar a briga.
- Rodrik, desculpa me intrometer, mas você não vê a Edwin? - a garoto estava achando que quem estava louco era o Rodrik, não estava entendendo nada.
- Chris até você? quem é essa Edwin? vocês estão loucos? - Rodrik olhou para apenas uma cadeira vazia, o lugar que Edwin estava, balançou a cabeça - não existe ninguem com esse nome aqui gente, vai me dizer que vocês também estam nessa brincadeira agora? - Rodrik fitou o resto da classe, e todos permaneceram calados e principalmente assustados com o que estava acontecendo, Rodrik percebeu que algo estava errado e saiu correndo da sala.
- O que deu nele? - a garota que tentou parar a briga fitou o Igor, muito assustada.
- Não sei - Igor fitou Edwin furioso, se agaixou na mesa e puxou o rosto dela com uma das mãos, e ela o fitou nos olhos - é o ultimo aviso garota, a próxima vez que você fizer algo ...
- O que vai fazer Igor? - ela finalmente havia falado algo, seu olhos permaneceram queimando, e aquilo que havia saído de sua boca, foi como se tivessem cravado umaa adaga no peito de Igor, ele sentiu seu corpo tremer, mas permaneceu forte.
- Juro .. - ele puxou seu rosto novamente e parou o rosto do lado do ouvido dela - que mato você.
Aquilo havia formado um insano sorriso no rosto da garota, Igor logo largou o rosto dela com força e foi saindo da sala.
- Nojo de você - foi a ultima coisa que ele havia dito.
Todos dentro da sala ficaram olhando, assustados, para a Edwin, Chris, que estava do lado dela, foi saindo bem devagar. Edwin se levantou da cadeira calmamente e foi saindo da sala.
- Edwin, ta tudo bem? - Chris tinha que abrir a boca, sempre nas horas erradas, Edwin não respondeu, apenas, antes de sair da sala, a fitou, e aquilo já tinha dado sua resposta.
- Venha Lud, vamo sair daqui - Scarlet puxou Ludmyla pelo braço e também saiu da sala.
O professor não sabia o que fazer e se sentou na cadeira mais próxima que havia achado, estava ficando louco com aquilo tudo.
Enquanto isso, Rodrik corria para o lugar mais longe que ele poderia ir, estava tão confuso que teria que achar um lugar onde ele podesse ficar só para tentar entender aquilo tudo, não sabia o que estava acontecendo e porque todos estavam mentindo pra ele, sobre essa tal de Edwin.
Enquanto corria pela areia da praia, a manhã ia se esvaindo, e a tarde ia pairando, o clima ia ficando cada vez mais frio, e logo Rodrik consou de correr, e parou em uma parte da praia que, acreditava ele, não havia ninguém.
Logo sentou-se na areia da praia e suspirou.
- O que está acontecendo?! minha mente ... minha cabeça - logo ele sentiu uma dor intensa na nuca, quando colocou sua mão na mesma, sentiu uma marca, uma marca que quando foi feita, aparentou ser bem profunda, e se assustou.
Ela formava uma espécie de triângulo, com uns símbolos ao redor, mas não sabia de onde era aquilo, e quando aquilo apareceu, mas só sabia que estava doendo de mais.
- Não tente procurar a verdade oculta em sua mente humano, apenas aceite como tudo é - como Rodrik conseguia entender latim quase perfeitamente, havia entendido aquilo que havia escutado, e logo se virou rapido para ver quem era, mas não havia ninguém.
- QUEM ESTÁ AI?! - ele se levantou assustado e gritou - QUEM ESTÁ AI?! RESPONDA!
Mas não abteve respostas, e nisso correu para mais longe, correu até anoitecer, e logo o cansaço caiu sobre seu corpo, e ele se jogou na areia da praia, já não conseguia mais ver a cidade de onde ele estava. Mas por incrível que pareça, não estava com medo. Do que estivesse atraz dele.
- O que está acontecendo ... - ele passou a mão no rosto.
Permaneceu olhando para o escuro céu estrelado, tentando entender a razão daquilo tudo, mas o único nome que vinha em sua mente era, EDWIN.
- Quem é ela? ou será ele ... não sei ... - ele fechou os olhos, na tentativa de ter algo em sua mente, alguma imagem, lembrança, qualquer coisa, mas não veio nada - porque não sei quem é você?
E foi quando viu uma Luz muito brilhante no céu, apertou os olhos para tentar ver o que era, mas não conseguiu distinguir o que estava vendo, mas a luz estava ficando cada vez maior, e logo ele ... desmaiou.
- RODRIK! RODRIK! PELO AMOR DE DEUS ACORDA!!!!!!!!!!!!! - Era a voz do Igor, Rodrik lutava para acordar, ou tentar dar um sinal de vida maior sem ser o seu coração bater, mas não conseguiu, foi quando abriu os olhos, ou pensou ter os aberto, e viu Igor, Scarlet e Ludmyla na praia tentando reanima-lo, Rodrik conseguiu falar, mas parecia que eles não conseguiam o ouvir, era algo muito estranho - RODRIK CARA, ACORDA!
- Vamos levar ele logo pra cidade Igor, não adianta tentar trata-lo aqui, anda ! - Scarlet se levantou da areia e puxou Igor, o mesmo pegou Rodrik nos braços e foram andando para a floresta densa que havia bem perto da orla da praia.
Rodrim via tudo, até ouvia sua voz, mas não entendia o porque de eles não virem seus olhos abertos e não ouvirem sua voz.
Schwindel [C.04]
Cap. 04 - Memórias
- Igor! Igor! ACORDA!!! - era a voz de seu amigo, Rodrik, mas Igor não entendia o porque da pressa de seu amigo - anda Igor, acabou a aula cara! - No mesmo instante ele abriu os olhos num susto grande e fitou a sala quase vazia - anda, vamos embora!
- Como eu vim parar aqui Rodrik? - Igor procurou Edwin, mas não a viu.
- Ahn? Fumou cara? - Rodrik riu - veio pra aula comigo, te encontrei hoje de manhã no caminho pro colégio?! esqueceu? e desde então você ta dormindo, não sei como consegue isso .. - Rodrik começou a falar, mas Igor não ouviu, estava mais assustado com o que havia acontecido.
- Mas que porra foi essa?! - Igor se levantou da cadeira violentamente e foi andando com passos pesados até a porta, a abriu com força e olhou para todos os olhos. Correu para as escadas e foi descendo.
Quando chegou no térrio do colégio, olhou para todos os lados, como um caçador a procura de sua presa, até que achou, Viu Edwin do outro lado do enorme pátio do colégio, indo embora. Igor Correu, o máximo que conseguiu para acompanha-la, e logo parou na sua frente.
- O que fez comigo? - ele estava furioso.
- O que deu em você?! - Edwin estava ficando inquieta com tantas acusações, mas não demonstrou nenhuma reação - ontem veio me encher com uma história de que eu tinha feito algo pro seu amigo, agora pra você?! - seus olhos entraram em furia, o vermelho ficou mais intenso.
- E porque ... - Igor não sabia o que dizer, mas queria uma resposta, não importa qual ou como fosse.
Edwin não deu atenção e foi indo embora, Rodrik viu Igor sozinha no pátio e correu para ver o que tinha acontecido para tanta violência e raiva do amigo.
- O que houve? - Rodrik se preocupou.
- Nada .. nada Rodrik - Igor saiu andando furioso do colégio.
A noite, um lugar escuro, frio, cheio de pontos brilhantes no céu, onde só é escutado o som dos insetos, onde as verdades e as mentiras dançam sob um enorme manto que separa o mundo dos sábios, e o mundo dos meros humanos, que não creem em absolutamente nada, os poucos que ousaram acreditar, foram mortos, presos ou condenados e chamados de insanos.
O que seria a vida sem insanidade? você mesmo se arriscaria sem sua insanidade, a ponto de perder sua própria vida pelo propósito mais banal que possa existir? Insanidade, é uma palavra sem muitas explicações, onde as coisas fluem de uma maneira inexplicável, e tudo acaba se juntando em um ponto só, um ponto chamado o nada.
Como tudo surgiu? como tudo se formou, isso é uma pergunta que só os insanos conseguem fazer, e os que descobriram a verdade por traz de tudo, morreram, foram enterrados com a verdade sobre toda a humanidade, e sobre o universo. Ou uma pergunta mais complexa, estamos sós? neste gigantesco complexo de cosmos? Deixo esta pergunta no ar, para que você, leitor, pense sobre tudo, que possa ou não ser verdade, mas cuidado, Para que não seja engolido ... Por mais uma insanidade existente dentro da cabeça de todos nós.
O vento soprava para o leste naquela noite, a cidade calma, num silêncio mais tenebroso do que a própria morte, mas dentro de uma casa, algo poderia ou não acontecer, onde ao amanhecer, a verdade seria justificada com um desaparecimento, mas iria vir com mais de um bilhão de perguntas sem respostas.
Enrolada com um fino lençol de seda, estava uma linda garota, de longos cabelos louros, olhos azuis, dormindo.. Sonhando seu melhor sonho, sua janela abre bem devagar, e o vento frio da noite morbida adentra com uma delicadesa extrema, e vai penetrando levemente sobre a macia pele das pernas da garota, e por fim, entra totalmente dentro do quarto. A menina, com um pequeno encomodo, se move e muda de posição em cima de sua cama, e deixa sua mão para fora, logo uma luz, uma luz densa e negra surge atravéz da parede.
O que se ouve?
O grito.
Schwindel [C.03]
Cap. 03 - A verdade oculta
- Tá na enfermaria do colégio? - Igor o fitou confuso - mas perai, como ela fez isso?! Tu viu não viu?
- é ... vi. - a enfermeira estava com os olhos arregalados olhando para o nada, como se não pudesse acreditar no que tinha visto.
- Viram o que? o que eu to fazendo aqui Igor? - Rodrik se levantou da cama e foi indo pra porta - vamos Igor, estamos perdendo aula cara.
Igor correu para acompanha-lo, mas continuou furioso e confuso, sem saber no que acreditar, na verdade de seus olhos ou na verdade da rasão, mas durante aquele curto periodo de tempo, iria tentar esquecer aquilo, não poderia acontecer algo mais estranho.
Quando eles entraram na sala, Edwin estava sentada na mesma posição que tinha ficado quando Rodrik havia deixado a sala para ir ao banheiro, fitava o longincuo céu e azulado. Os dois foram rapidamente para as suas cadeiras e se sentaram, mas algo ainda incomodava Igor, algo o fazia não prestar atenção no que o professor falava.
Ao término da aula do dia, todos os alunos da sala foram saindo da mesma, Edwin permaneceu sentada na cadeira, olhando o céu, mas nunca se movia ou mesmo não parecia respirar, após Scarlet e Ludmyla sairem da sala, só sobrou Igor, Rodrik e Edwin na mesma.
- O que está esperando Igor? vamos logo - Resmungava o amigo, que parecia muito apressado, mas ele apenas voltaria para casa.
- Calma Ro - Igor guardava suas coisas dentro de sua bolsa, com muita calma, e nãom conseguia tirar os olhos da menina. Por um leve instante ele percebeu tê-la visto o olhando, mas aquilo era impossível, ela não conseguiria virar a cabeça num 360º, e com isso suspirou, e guardou todas as coisas.
No momento em que os dois garotos foram na direção da porta, Edwin se levantou e foi andando para a porta, os dois passaram na sua frente e ela apenas saiu.
- O que há com aquela garota? - Igor sentia algo estranho vindo da mesma.
- Quem Igor? - Rodrik estava ficando furioso de tanto o amigo ficar de brincadeira.
- Quem? Edwin? - ele parou no meio do corredor.
- Edquem? - Rodrik fez uma cara de surpreso ao ouvir aquilo da boca do amigo, ele colocou a mão no ombro do amigo e suspirou - já voltou com suas garotas imaginarias dos sonhos Igor?
- O que? .. Nãao - Igor não podia acreditar no que ouvia de seu amigo, ele só podia estar brincando ou não querendo tocar no nome da garota, mas .. sua expressão .. parecia que Rodrik não sabia de quem Igor falava - Você .. não lembra da menina?
- Que menina? - Rodrik riu.
Igor se virou e procurou rapidamente Edwin no corredor, mas não obteve sucesso, ela não estava mais lá, passou a mão no rosto e olhou para o lindo por do sol ao longe do céu. Fitou novamente o amigo e fez uma cara de confuso.
- Deixa .. esquece - Igor passou a mão sobre o ombro do amigo e foi andando na direção das escadas para ir embora, logo Rodrik veio atraz rindo alto.
- Você e suas garotas ... Igor Igor - Rodrik realmente não conseguia lembrar dela, mas aquilo não importava a Igor, ele só queria respostas, a verdade, do o que ela havia feito com seu amigo, e ele iria procurar, nem que tivesse que ir até o inferno.
Ao sair dos limites do colégio, os dois seguiram caminhos diferentes, mas Igor não foi para sua casa, saiu por toda a cidade a procura da garota, passou Horas e horas a sua procura. Até que foi a uma colina bem alta e a achou, ofegante, tentou acalmar sua respiração.
- O que fez com ele Edwin? - Ele parou atraz da mesma, mas ela não o respondeu - O que você fez com ele garota? - Igor a puxou pelos longos e escuros cabelos e a fitou nos olhos, estava furioso, mas foi o seu maior erro, olhar nos olhos da menina.
Seus olhos estavam quase tão vermelhos, quanto o fogo do inferno, era como se pudesse ver o próprio olho do diabo em seus olhos, o espelho da alma, como dizem os mais sábio, aquilo durou alguns minutos, os dois não conseguiam tirar os olhos um do outro, Igor logo começou a suar frio, e sua mente começou a se "sugada" por alguma energia.
- Não fiz nada - Edwin interrompeu o momento e o fez soltar seus cabelos.
- E porque ele está assim?! - Igor voltou ao normal e gritou, nãom sentiu medo algum dela - você tem que ter feito alguma coisa, ele não era assim! - Igor sentiu lágrimas esconrendo sob seu rosto.
- Não fiz nada, já falei - Edwin continuou bem calma.
- E o que ele tem? - Igor se ajoelhou ao lado da menina, já não sabia mais o que fazer.
- Tenho cara de Deus por acaso? - Edwin não tirava os avermelhados olhos no lindo por do sol no horizonte - Olha Igor ..
- Como sabe meu nome? Nunca falei pra você!! - Igor se espantou.
Edwin suspirou e foi se levantando da grama, o fito rapidamente e foi andando bem calma na direção do caminho de volta.
- Não procure a verdade que não pode aguentar garoto, não queira fazer isso - logo ela sumiu entre as altas árvores.
- O que ela quiz dizer com isso? - Igor se deitou na grama, e fechou os olhos.
Schwindel [C.02]
Cap. 02 - Profundos e misteriosos olhos
Tudo naquela cidade era estranho, os habitantes, o ar, os animais, Tudo que você possa imaginar de mais estranho existe lá. Mas existe de uma maneira obscura, poucos se arriscam a dizer o que possa ser tão estranho quanto a cidade.
Na volta da aula, todos os alunos voltaram para a sala rapidamente, e logo o próximo professor adentrou a sala, e logo fitou a menina no canto da sala, a garota de longos cabelos roxos, ele foi a única pessoa que abriu um longo sorriso nos lábios ao vê-la.
- Como se chama jovem? - o Professor deixou suas coisas em cima da mesa e sorriu.
- Edwin. - ela respondeu sem muita emoção, mas respondeu.
- Posso lhe fazer uma pergunta, alias, você deve ouvir isso constantemente, mas posso? - a garota não o respondeu, não tirava os olhos das janelas - acho que sim .... - ele riu - porque seu cabelo é roxo?
Edwin o fitou, seus penetrantes olhos fixaram-se nos olhos negros e opacos do professor, o vermelho em seus olhos queimou como fogo em madeira, ela não o respondeu, mas aquele olhar parecia ter dado a resposta que ele queria, o mesmo riu falsamente e começou a dar a aula, logo ela voltou a olhar para o céu.
- O que essa garota tem? - um garoto no fim da sala conversava com seu amigo, estava mais que curioso para descobrir o que havia acontecido com ela, para ela ser desse jeito.
- Igor, não sei, e não quero saber, cala a boca e olha pra aula - seu amigo parecia impaciente com alguma coisa, suava.
- O que houve Rodrik? - Igor o fitou preocupado - ta se setindo bem cara?
- To! - Rodrik falou tão alto que tirou a atenção da sala inteira, o professor parou a aula e os fitou - desculpe professor, mas posso ir no banheiro? - o professor apenas permitiu com um sinal com a cabeça, Rodrik saiu como uma bala de dentro da sala, mas a ultima pessoa que ele fitou foi a novata, olhou para ela com uma agonia imensa, como se sentisse uma dor horrível por sua causa, a menina o fitou. Mas ele logo saiu de dentro da sala.
- O que há com ele?! - Igor resmungou.
Terminou a aula, e logo iria começar a outra, mas nada de Rodrik voltar para a sala de aula, Igor estava ficando preocupado, e foi indo procura-lo, quando mal viram, Edwin já não estava dentro da sala, o professor entrou na sala e quem estava fora já não poderia mais entrar nesta aula.
Igor corria pelos corredores para achar o amigo, ele estava estranho de mais, ele não era assim, e logo ouviu sua voz vindo da porta da entrada do colégio, correu para vê-lo, e ao chegar viu o mesmo abrindo a porta para entrar novamente no colégio, mas alguém parou em sua frente, como um vulto.
Rodrik olhou para frente e viu dois globos vermelhos em sua frente, sentiu um frio na espinha tão grande que aquilo poderia tê-lo matado do coração, ele ficou imóvel ao ver que Edwin estava na sua frente, o olhar penetrante da garota o fazia suar ainda mais, sua boca começou a ficar roxa e logo ele desmaiou.
Edwin o fitou no chão, abriu a porta da saída e foi embora, Igor, que tinha visto tudo, correu para ver como estava o amigo, viu que ele estava quase sem pulso e o pegou nos braços, correu para a enfermaria e o deixou em cima da mesa para a Médica ver o que se passava com o garoto.
- Ele comeu algo Igor? - a médica começou a examina-lo.
- Sim, um salgado, daqui mesmo - Igor logo se sentou na cama ao lado de seu amigo, estava ofegante.
- E quando que ele começou a ficar assim? - a mulher falava com uma calma tão grande que aquilo deixava Igor pertubado.
- Não sei, mas o que ele tem? - Igor elevou a voz.
- Tenha calma, sou um humano e não uma máquina! - ela o fitou furiosa - odeio quando esses jovens me comparam com essas porcarias de máquinas.
- Não importa, mas resolva logo e traga meu amigo de volta! - ele estava ficando nervoso.
A médica colocou soro no Rodrik, e tirou sangue do mesmo.
Foi quando a porta abriu, Igor olhou para ver quem era, e se assustou, era Edwin, estava mais pálida do que antes, foi andando para perto do Rodrik, passou pela médica, chegou ao lado da cama do mesmo, e beijou sua boca.
Aquilo tinha deixado Igor e a médica assustados, logo Edwin foi saindo do quarto, mas antes se virou e segurou a porta.
- Ele está bem, pode parar de se mijar de medo, ele não vai morrer - quando terminou de falar, saiu e fechou a porta, aquilo tinha deixado Igor furioso, mas viu que Rodrik estava voltando ao normal.
A médica nunca tinha visto aquilo, estava de boca aberta olhando o garoto voltar a sua cor original, e seus batimentos voltando, logo Rodrik abriu os olhos, em questão de segundos ele se levantou.
- O que houve?! - ele parecia não lembrar de nada.
Schwindel [C.01]
Cap. 01 - O Nascer do Sol
- Não há como, tenho que lhe mandar pra lá - dizia a mãe furiosa, sua filha não parava de reclamar sua ida para a cidade "Negra".
- Não vou, não importa! - a menina, muito aborrecida, logo se sentou na cama de seu quarto, cruzou os braços e fechou a cara, sua mãe adentrou no quarto e sorriu.
- Filha, você sabe que não tenho como criar você aqui - a mãe sentou-se ao lado de sua filha, a abraçou carinhosamente - não é porque não quero viver com você, quero sim Filha, Eu te amo.
Logo a menina suspirou, se levantou da cama e tentou fazer o melhor sorriso que vinha nas lábios, a mãe beijou sua testa e pegou uma enorme mala roxa, as duas foram indo para a parte de fora da casa, onde o carro estava, a mãe jogou a mala na parte de traz do carro, e as duas entraram rapidamente no mesmo.
- Também Te amo Mãe - a menina sorriu, e sentiu uma lágrima quente escorrer sobre sua macia e pálida pele.
A viagem tinha sido bem longa, pois a cidade onde ela iria ficar era do outro lado da Alemanha. Ao chegar na entrada da Cidade, a menina não parava de olhar para todos os lados, olhava o quanto linda era a cidade, mas sentia algo de estranho na mesma.
- Estamos chegando na sua casa querida - logo sua mãe estacionou o carro na garagem de uma casinha esverdiada, com uma aparência bem simples, as duas sairam do carro - Linda não acha?!
A menina sentia-se tão mal, que não conseguia se concentrar na beleza do lugar, logo seu rosto começou a ficar mais pálido ainda, mas a mãe da menina não ligou, tirou a mala de dentro do carro e foi logo abrindo a porta principal da casinha, a menina foi logo indo atraz.
- Espero que você goste da casa querida - no instante que a menina adentrou a casa e foi fechar a porta viu uma garota do outro lado da rua, com longos cabelos roxeados, olhos vermelhos e pele branca, era simplesmente deslumbrante, mas algo a prendeu atenção na garota, não conseguia tirar os olhos da mesma, mas não sabia o que era - Filha? Filha? está tudo bem?! - a mãe correu para ver o que havia acontecido, mas quando chegou na porta não havia ninguém na rua, e estranhou sua filha ficar olhando do outro lado da rua - o que houve?
- Você viu? - ela parecia estranha.
- O que?
- A ... garota.
- Que garota querida? - a mãe saiu da casa e olhou para todos os lados da rua, mas não viu ninguém nem perto do lugar - não tem ninguém aqui filha, quem era?
- Não .. sei. - ela suspirou e as duas entraram na casa.
Duas semanas depois de sua chegada, a menina foi matriculada na melhor escola da cidade, e dos arredores, mal chegou a ir no primeiro dia de aula, morreu, ninguém sabe o que casou sua morte, mas no dia de sua morte, alguém chegou a comentar: " foi a alma dos cabelos negros ".
Me pergunto porque, o porque, de sempre que ocorre algo sobrenatural, sempre colocam a culpa nas almas, ou espiritos, ou qualquer ser espectral, nunca pararam para pensar em algo Maior. Mas não os culpo, seres ignorantes, que só olham para um ponto fixo no vacuo.
Na melhor escola da cidade, começou o primeiro dia de aula, e o professor iria apresentar a turma do 2º D, os novos alunos, que eram 7, 4 meninos e 3 meninas. Na sala, ia entrando um por um, sempre dizendo seu nome completo, e com um sorriso aconchegante no rosto, quando foi a vez da ultima, todos a olharam com um ar de pavor, era uma linda menina de longos cabelos roxeados, olhos avermelhados e pele mais branca do que a neve.
- Edwin Reichert, tenho 15 anos - a garota não demonstrou nenhuma "felicidade" ao estar ali, se apresentou e foi andando calmamente para a cadeira mais próxima.
- Okey não é gente, ela é timida de mais, vamos respeitar isso - o Professor ficou sem graça.
Todos a olhavam com repreenção, não sabiam de onde ela vinha, ou o porque do cabelo dela ser roxo, muito menos de seus olhos serem vermelhos.
Ao soar o sino que dava o intervalo, duas garotas foram falar com a novata, enquanto, nos outros novatos, estava quase o resto da sala inteira falando com os mesmo. As duas meninas chegaram cautelosamente e esperaram a vitima se levantar, e correram para interroga-la.
- Bom dia - uma delas sorriu, mas Edwin não mostrou nenhuma reação, apenas olhou fixamente para os olhos da que falou primeiro - Edwin não é? - ela conitinuou sem responder - tudo bem, meu nome é Scarlet, e essa é Ludmyla - a garota que permaneceu calada no fundo acenou para Edwin.
- Posso ir embora agora? - Ao ouvir aquilo as meninas arregalaram os olhos, Scarlet riu falsamente, pois não tinha gostado nem um pouco daquilo - vou - como não obteve resposta, Edwin foi logo saindo da sala para ir pro lugar mais isolado que iria encontrar no colégio.
Mas as meninas nada fizeram, apenas observaram para onde Edwin iria, as duas sorriram e começaram a segui-la. Quando chegaram numa área cheia de árvores, viram que Edwin havia sentado em baixo de uma enorme e pararam de segui-la.
- Sei que estão aí, me deixem em paz - Edwin suspirou.
- O que há com você Ed? - Scarlet havia saído de traz do enorme poste que estava escondida e se deixou a mostra para a Edwin, quando a mesma ouviu Scarlet chama-la daquilo, a olhou furiosa, parecia que seus olhos estavam em chamas, Ludmyla a puxou com força e as duas sairam correndo.
- TÁ DOIDA MENINA?!! - Ludmyla correu para o lugar mais longe com Scarlet e as duas pararam de correr, ofegantes - como chama a doida lá de ED?!
- Sei lá, só achei que ...
- Achou errado! Vamos embora! - Ludmyla a puxou novamente e as duas foram subindo as escadas para voltarem para o corredor da sala.
Schwindel [C.00]
Cap. 00 - O Inexplicável
Existem milhares de pequenas cidades no Leste europeu, cidades com caracteristicas distintas, pessoas distintas, com belezas e pessoas diferentes, uma mais bela do que a outra, você deve estar se perguntando qual a importancia de tanta comparação no inicio de tudo, e para isso há apenas uma resposta: "o inexplicável".
Sim, o inexplicável, algo que pode ou não existir, mas que sempre está na mente de todos nós, no fundo e escuro vacuo, de nossas mentes, algo que poucos creem, e que outros temem. Algo que ninguém sabe a forma, cor, tamanho, jeito, algo que quando é tentado explicar, sempre acaba enrolando mais ainda as nossas mentes.
Coisas que são tão facinantes que uns não creem, por pura ignorancia, já eu, acredito no "Inexplicável" da mesma maneira que você pensa que a pessoa ao seu lado existe, é um assunto intrigante, pois irá mecher com seus raciocinio.
Ou apenas posso lhe fazer uma pergunta, uma pergunta que deixa sempre todos pensando por minutos, antes de responder, você pode acreditar, no que, aparentemente, não existe?!
Em março de 2045, uma pequena cidade foi marcada por um show nos céus, pequenos meteoritos cairam na Terra, nada de perigoso. Até uma luz, uma luz negra cobrir o céu por completo, em cima desta pequena cidade, todos os habitantes desta cidade, até hoje, não lembram de absolutamente nada desse dia, ou do que aconteceu, só uma pessoa sabe de tudo. Uma única pessoa que pode mudar o que você, ou o que qualquer pessoa pensa sobre o Universo.
Ninguém sabe ao certo o que aconteceu neste dia, só sabemos de uma coisa, os habitantes não são os mesmo desdo dia "Schwarz", que é Negro em alemão, é assim que é chamado.
Quinze anos depois do acontecimento, a cidade sempre continuou a mesma, mas cresceu bastante, com a tecnologia trazida da Alemanha, cresceu. Ganhou Escolas, Universidades, entre outras coisas.
O que mais me intriga, é .. o que pode ter acontecido nesta cidade?! Turistas tem medo de ir visitar a Linda cidade, a cidade que foi apelidada de "Schwarz", há anos que não recebem visitas de autoridades ou coisas do tipo, foi como se, a cidade estivesse sido esquecida do mapa, e muitas informações não foram divulgadas para o Mundo, pois as autoridades ficaram com medo que as pessoas pudessem entrar em pânico.
Mas Algo estava prestes a acontecer, algo, grande ... e inexplicável.
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Cap.04 -O Acidente Quando eu falo que fiquei por muito tempo no telhado, eu não estava mentindo, até peguei no sono, só acordei com...





